Thursday, February 19, 2009
Sunday, October 13, 2002
Mudança de endereço....
HTTP://CONTOSURBANOS.WEBLOGGER.COM.BR
Continuarei contando as histórias dos heróis urbanos lá...
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Continuarei contando as histórias dos heróis urbanos lá...
Thursday, October 03, 2002
Volto de novo, meus amigos e hoje quero contar algo que toque as pessoas que um dia quiseram alguém de seu lado e por um fato consumado do destino não tiveram o êxito desejado. Eu me sinto mais humano quando me recordo desta história e vejo que existem coisas boas inatas nos indivíduos humanos, como nós. Somos impelidos muitas vezes por forças que conhecemos ou tentamos conhecer, mas mesmo assim é como se experiências que vimos em filmes, na vida dos outros, em tantos lugares fosse nova e única para todos nós. Mesmo que nos possamos nos envergonhar depois ou não. É questão de opinião de cada um.
DE DIAS NORMAIS
JIMMY LEROY era um rapaz universitário como qualquer outro. Tinha 21 anos, cursava matemática numa faculdade da capital de seu Estado. Moreno, com cabelos lisos e olhos castanhos, nunca tinha tido uma namorada. Vivia pensando que devia ser bom ter alguém para contar de suas divagações e temores. Sentir alguém do lado nas horas boas e ruins. Ter uma namorada. Antes de morar na república estudantil, residia numa cidade do interior com sua família. Constelação de origem humilde e pai trabalhador, financiava o estudo do filho, pois sabia que tinha potencial. Jimmy sabia a hora que ela passava no vasto corredor de salas da faculdade. E era hora que ela estaria a entrar na sala 62, 2.º andar. Jimmy acabava de levar o dedo a boca, quando por detras de um grupo de alunos surge sua donzela de olhos azuis e cabelos negros. Nesse momento sentia seu coração pular um pouco mais dentro do peito. Um alguém de vida maior. Nem sequer sabia seu nome. Sabia que apenas era a garota que entrava as terças feiras na sala número 62, no mesmo andar onde ele tinha sua maldita aula de álgebra. Dentro de um corredor tão grande assim era mesmo impossível conhecer ou saber o nome de alguém. Ele mesmo tinha escutado um professor comentar com um aluno extrovertido "Este é um corredor de cadeia... As salas de aula em volta dele parece nos prender ao conhecimento... Quase que se como trancados dentro dele". Jimmy pensava como poderia se aproximar dessa pequena garota de cabelos negros, mas se lembrara que tinha aula e foi em direção da mesma. Passou-se a semana e Jimmy se engolia mais em seus estudos, já sem cabeça para pensar em algo. Nem tinha mais aqueles devaneios de antes sentado numa praia a tomar cerveja. Agora eles se resumiam a de vez em quando surgir a imagem da garota da sala 62. E o giz riscava mais e mais a lousa. Milhões de fórmulas ecoavam em sua cabeça, quando toca o sinal de sexta feira. Sinal de fim de semana. Sinal de 2 dias longe da faculdade e embrenhado em seu quarto estudando matemática. Mas Jimmy como se atingido por um lapso de boa vontade, viu a garota da sala 62 lá de longe no fim do corredor em direção a rua. Como um louco possesso começou a andar rápido, quando viu estava correndo aos tropeções perdendo folhas do fichário, trombando nos outros alunos. Ofegante viu a chegar junto a mais duas amigas ao ponto de ônibus. Jimmy mais do que rápido pegou sua bicicleta com guidão de moto americana, e ficou a olhar quando ela entraria no ônibus, a seguiria e para o completo de seu plano, ver onde morava. Depois de 5 minutos de coração na boca, surge um ônibus e Jimmy começa a seguir. Como um desavisado, sem prestar atenção em nada, não tirando os olhos de sua donzela, Jimmy voava atrás do ônibus. Parecia um atleta olímpico com motivação maior que o normal. Ela não demorou muito a descer e Jimmy logo estacou fitando-a de longe. Cruzou uma rua e a seguia a distância. Teve pensamentos de ir conversar com ela, saber seu nome, mas se conteve. Logo a garota da sala 52 entrou num prédio de 3 andares numa rua calma lá do centro da cidade. Jimmy não podia ir embora sem saber qual era o seu apartamento. Lado esquerdo ou direito? Primeiro, segundo ou terceiro andar? Como se atingido por um balde de água fria Jimmy pensou "devo estar ficando louco", voltou sua bicicleta em direção da sua casa e pedalou. Anoiteceu, Jimmy estava sentado na sua cama depois de ter estudado sem se concentrar muito. Estava com ímpetos de fazer algo em relação ao acontecido da tarde. Se controlava. Tomava um copo de água, conversava com seus amigos da república, mas nada o acalmava. Sentindo o peito doer de agitação que nem por um minuto o fazia parar, suando em bicas e respiração como se tivesse corrido, Jimmy pegou sua bicicleta com guidão de moto americana, e partiu atrás da donzela da sala 62. Quanto mais se aproximava da casa dela, mais sentia um pavor por medo de fazer algo que o viesse envergonhar mais tarde. Chegou a sua rua. Estacou. Pensou, mas por pouco tempo. Jimmy era só sentimento. Ele estava do lado esquerdo da rua indo em direção a direita quando viu-a descendo majestosa a garota do 62. Vestia um vestido branco com detalhes em cores pastéis. Seu cabelo preto realçava ainda mais o vestido e seu belo corpo. Jimmy se sentiu um náufrago perto de tanta exuberância. Estava pingando a suor. Não sabia o que fazer. Quando que surge uma buzina e quebra seu pensamento. Uma caminhonete para em frente a casa da garota do 62, dentro dela um jovem muito bem arrumado e cheirando a perfume de burguesia, desce toma a "62" aos braços e lhe dá um longo beijo, terno e apaixonado. Jimmy não sentia nada. Sim sentia, mas não consegui ver nos seus olhos o que mais doía. Se era a desesperança de ter perdido um amor que nunca foi ou aconteceu (se aconteceu foi dentro de seu peito só) ou se agora ele sentia as pernas de ter dado tantas pedaladas. Jogou fora umas rosas que tinha pego no jardim em frente a faculdade e enrolado elas com jornal do dia passado, e a carta que tinha escrito leu-a e ficou dando risada num banco de praça em frente a banca onde comprava revistas. Comprou uma cerveja e voltou a seus devaneios na praia, vendo a onda vir e chegar até seus pés. Os pássaros voando ao longe e o frescor da brisa marinha que batia na sua cara, quando surge um amigo de Jimmy e diz "nossa cara você não sabe o que aconteceu...".
Jimmy Leroy - Herói Urbano
"Quando você se surpreende e as vezes se arrepende do que não fez, do que poderia ter feito, do que fez ou todas as outras opções, a vida é muito curta para o "arrepender do fazer". (John James JackClash)
DE DIAS NORMAIS
JIMMY LEROY era um rapaz universitário como qualquer outro. Tinha 21 anos, cursava matemática numa faculdade da capital de seu Estado. Moreno, com cabelos lisos e olhos castanhos, nunca tinha tido uma namorada. Vivia pensando que devia ser bom ter alguém para contar de suas divagações e temores. Sentir alguém do lado nas horas boas e ruins. Ter uma namorada. Antes de morar na república estudantil, residia numa cidade do interior com sua família. Constelação de origem humilde e pai trabalhador, financiava o estudo do filho, pois sabia que tinha potencial. Jimmy sabia a hora que ela passava no vasto corredor de salas da faculdade. E era hora que ela estaria a entrar na sala 62, 2.º andar. Jimmy acabava de levar o dedo a boca, quando por detras de um grupo de alunos surge sua donzela de olhos azuis e cabelos negros. Nesse momento sentia seu coração pular um pouco mais dentro do peito. Um alguém de vida maior. Nem sequer sabia seu nome. Sabia que apenas era a garota que entrava as terças feiras na sala número 62, no mesmo andar onde ele tinha sua maldita aula de álgebra. Dentro de um corredor tão grande assim era mesmo impossível conhecer ou saber o nome de alguém. Ele mesmo tinha escutado um professor comentar com um aluno extrovertido "Este é um corredor de cadeia... As salas de aula em volta dele parece nos prender ao conhecimento... Quase que se como trancados dentro dele". Jimmy pensava como poderia se aproximar dessa pequena garota de cabelos negros, mas se lembrara que tinha aula e foi em direção da mesma. Passou-se a semana e Jimmy se engolia mais em seus estudos, já sem cabeça para pensar em algo. Nem tinha mais aqueles devaneios de antes sentado numa praia a tomar cerveja. Agora eles se resumiam a de vez em quando surgir a imagem da garota da sala 62. E o giz riscava mais e mais a lousa. Milhões de fórmulas ecoavam em sua cabeça, quando toca o sinal de sexta feira. Sinal de fim de semana. Sinal de 2 dias longe da faculdade e embrenhado em seu quarto estudando matemática. Mas Jimmy como se atingido por um lapso de boa vontade, viu a garota da sala 62 lá de longe no fim do corredor em direção a rua. Como um louco possesso começou a andar rápido, quando viu estava correndo aos tropeções perdendo folhas do fichário, trombando nos outros alunos. Ofegante viu a chegar junto a mais duas amigas ao ponto de ônibus. Jimmy mais do que rápido pegou sua bicicleta com guidão de moto americana, e ficou a olhar quando ela entraria no ônibus, a seguiria e para o completo de seu plano, ver onde morava. Depois de 5 minutos de coração na boca, surge um ônibus e Jimmy começa a seguir. Como um desavisado, sem prestar atenção em nada, não tirando os olhos de sua donzela, Jimmy voava atrás do ônibus. Parecia um atleta olímpico com motivação maior que o normal. Ela não demorou muito a descer e Jimmy logo estacou fitando-a de longe. Cruzou uma rua e a seguia a distância. Teve pensamentos de ir conversar com ela, saber seu nome, mas se conteve. Logo a garota da sala 52 entrou num prédio de 3 andares numa rua calma lá do centro da cidade. Jimmy não podia ir embora sem saber qual era o seu apartamento. Lado esquerdo ou direito? Primeiro, segundo ou terceiro andar? Como se atingido por um balde de água fria Jimmy pensou "devo estar ficando louco", voltou sua bicicleta em direção da sua casa e pedalou. Anoiteceu, Jimmy estava sentado na sua cama depois de ter estudado sem se concentrar muito. Estava com ímpetos de fazer algo em relação ao acontecido da tarde. Se controlava. Tomava um copo de água, conversava com seus amigos da república, mas nada o acalmava. Sentindo o peito doer de agitação que nem por um minuto o fazia parar, suando em bicas e respiração como se tivesse corrido, Jimmy pegou sua bicicleta com guidão de moto americana, e partiu atrás da donzela da sala 62. Quanto mais se aproximava da casa dela, mais sentia um pavor por medo de fazer algo que o viesse envergonhar mais tarde. Chegou a sua rua. Estacou. Pensou, mas por pouco tempo. Jimmy era só sentimento. Ele estava do lado esquerdo da rua indo em direção a direita quando viu-a descendo majestosa a garota do 62. Vestia um vestido branco com detalhes em cores pastéis. Seu cabelo preto realçava ainda mais o vestido e seu belo corpo. Jimmy se sentiu um náufrago perto de tanta exuberância. Estava pingando a suor. Não sabia o que fazer. Quando que surge uma buzina e quebra seu pensamento. Uma caminhonete para em frente a casa da garota do 62, dentro dela um jovem muito bem arrumado e cheirando a perfume de burguesia, desce toma a "62" aos braços e lhe dá um longo beijo, terno e apaixonado. Jimmy não sentia nada. Sim sentia, mas não consegui ver nos seus olhos o que mais doía. Se era a desesperança de ter perdido um amor que nunca foi ou aconteceu (se aconteceu foi dentro de seu peito só) ou se agora ele sentia as pernas de ter dado tantas pedaladas. Jogou fora umas rosas que tinha pego no jardim em frente a faculdade e enrolado elas com jornal do dia passado, e a carta que tinha escrito leu-a e ficou dando risada num banco de praça em frente a banca onde comprava revistas. Comprou uma cerveja e voltou a seus devaneios na praia, vendo a onda vir e chegar até seus pés. Os pássaros voando ao longe e o frescor da brisa marinha que batia na sua cara, quando surge um amigo de Jimmy e diz "nossa cara você não sabe o que aconteceu...".
Jimmy Leroy - Herói Urbano
"Quando você se surpreende e as vezes se arrepende do que não fez, do que poderia ter feito, do que fez ou todas as outras opções, a vida é muito curta para o "arrepender do fazer". (John James JackClash)
Tuesday, September 24, 2002
Saudações, estou aqui de novo para contar outra história de outro herói urbano. Mas antes:
Herói: S.m. 1. Homem extraordinário por seus feitos guerreiros, seu valor ou sua magnanimidade.
Urbano: Adj. 1. Referente a pessoa que mora na cidade.
E como combinado vou contar outra história.
O HOMEM VIDRAÇA.
JOSHUA ARMADAN escutou seu rádio relógio tocar as 7 horas da manhã e não quis se levantar. Joshua estava cansado de sua vida e de sua rotina no trabalho. Estava cansado de levantar cedo aos sábados para jogar futebol com seus colegas de trabalho. Estava cansado de ir a igreja aos domingos. Se achava um fantasma em sua casa. Um fantasma com olhos de vidraça. Sua vida ruiu mais quando, um dia, tomando cerveja em um bar de periferia, viu sua mulher passando em um carro, acompanhada por um belo homem. Joshua sentiu-se moído por dentro. Mas nada fez. Continuou sua vida. Terminou sua cerveja, voltou para sua casa, esperou sua mulher. Depois que ela chegou, cumprimentou-o com um beijo na testa, dizendo "vou dormir, estou muito cansada, trabalhei num caso hoje até mais tarde. Até amanhã amor!". Ele continuou sua vida. Não chorou. Não sabia o que fazer. Joshua tinha tomado um banho e estava preparado para ir ao trabalho. Tomava seu café com bolacha de costume, mas hoje fez diferente. Subiu ao seu quarto e arrumou suas malas com roupas que sua mulher não o deixava usar. Ela era advogada e não suportava os seus gostos. Joshua não entendia porque ela casou-se com ele. Perguntava-se motivos a si próprio e em mais dúvidas ficava. Era nessas horas de reflexão que entendia por que a esposa tomava anticoncepcional (depois que a viu com o amante se tornou obvio). Ele desejava muito um filho, ela não. Ele queria alguém para fazer parte de sua vida. Ela não. Ela nunca o fez. Nesses últimos anos ela o pouco procurou para fazerem sexo. Ele sempre a quis, mas quase nunca a convencia. A esposa estava sempre menstruada, com dores de cabeça, cansada do serviço, etc. Joshua sempre aceitou e continuou sua vida de vidraça. Joshua subiu ao seu escritório e pegou sua guitarra quebrada. Levou-a junto com sua mala. Ligou seu carro. Deixou um bilhete para sua mulher. Saiu com o carro. Lembrou-se do dia que a conheceu. Todo linda na faculdade de direito, era a garota mais paquerada. Joshua não sabe que raio a atingiu para ela olhar para si e depois o deixar no ostracismo que levou sua vida de casados. Lembrou-se do primeiro beijo, de quando a pediu em casamento e no fatídico dia que a apagou de seu coração de vez. Joshua deu a ultima olhada ao escritório de advocacia onde trabalhou 7 anos de sua vida depois que se formou. Pensou nos seus amigos, os mesmos que jogavam futebol de sábado, os mesmos que o afundaram sua reputação. Certa vez seu amigo fraudou papéis e este mesmo tinha colocado assinaturas de Joshua como o fiador. Esta claro quem se deu mal na história. Mas Joshua era um homem que sabia perdoar, e nem por isso o fez ficar mal com sua profissão. Tudo bem que ficou-se escasso seus clientes, vivendo só de custas do salário que recebia do escritório de seus amigos. Ele não se importou. Sua amizade continuou a mesma. Joshua nem se despediu de seus "amigos". Continuou andando em seu carro e parou na frente do banco onde tinha sua conta. Sacou todo seu dinheiro que acumulou para a faculdade de seu filho, seu dinheiro que ia comprar sua tão sonhada moto, e saiu em direção ao interior do país. Andou mais de 2000 Km. Chegou em uma cidade que tinha visto no mapa uma vez que estava indo a praia. Parou em frente a uma praça onde tinha uma fonte molhou o rosto e se lembrou uma última vez de sua mulher e o que tinha escrito no bilhete. "Adeus querida. Vou para nunca mais voltar. Espero que sejas feliz, pois eu nunca consegui que você fosse comigo. Já não te amo a muito tempo, desde que descobri sua traição. Todos erram. Meu erro foi tentar viver com você. Mas é com eles que crescemos. De uma alma que um dia te amou... Joshua. P.S.: É isso que eu desejo. Que você seja feliz!". Joshua desceu sua pouca bagagem. Atravessou a praça. Parou na frente da pensão onde iria se hospedar. Olhou sua guitarra quebrada e pensou: "hoje conserto minha vida. Farei tudo certo para não a quebrar de novo. Jogarei todos meus documentos fora. Serei um novo homem, e você também minha guitarra, depois que a consertar e aprender a toca-la, farei a conversar comigo, pois um homem solitário só tem seu coração para conversar".
JOSHUA ARMADAM - Herói Urbano
Herói: S.m. 1. Homem extraordinário por seus feitos guerreiros, seu valor ou sua magnanimidade.
Urbano: Adj. 1. Referente a pessoa que mora na cidade.
E como combinado vou contar outra história.
O HOMEM VIDRAÇA.
JOSHUA ARMADAN escutou seu rádio relógio tocar as 7 horas da manhã e não quis se levantar. Joshua estava cansado de sua vida e de sua rotina no trabalho. Estava cansado de levantar cedo aos sábados para jogar futebol com seus colegas de trabalho. Estava cansado de ir a igreja aos domingos. Se achava um fantasma em sua casa. Um fantasma com olhos de vidraça. Sua vida ruiu mais quando, um dia, tomando cerveja em um bar de periferia, viu sua mulher passando em um carro, acompanhada por um belo homem. Joshua sentiu-se moído por dentro. Mas nada fez. Continuou sua vida. Terminou sua cerveja, voltou para sua casa, esperou sua mulher. Depois que ela chegou, cumprimentou-o com um beijo na testa, dizendo "vou dormir, estou muito cansada, trabalhei num caso hoje até mais tarde. Até amanhã amor!". Ele continuou sua vida. Não chorou. Não sabia o que fazer. Joshua tinha tomado um banho e estava preparado para ir ao trabalho. Tomava seu café com bolacha de costume, mas hoje fez diferente. Subiu ao seu quarto e arrumou suas malas com roupas que sua mulher não o deixava usar. Ela era advogada e não suportava os seus gostos. Joshua não entendia porque ela casou-se com ele. Perguntava-se motivos a si próprio e em mais dúvidas ficava. Era nessas horas de reflexão que entendia por que a esposa tomava anticoncepcional (depois que a viu com o amante se tornou obvio). Ele desejava muito um filho, ela não. Ele queria alguém para fazer parte de sua vida. Ela não. Ela nunca o fez. Nesses últimos anos ela o pouco procurou para fazerem sexo. Ele sempre a quis, mas quase nunca a convencia. A esposa estava sempre menstruada, com dores de cabeça, cansada do serviço, etc. Joshua sempre aceitou e continuou sua vida de vidraça. Joshua subiu ao seu escritório e pegou sua guitarra quebrada. Levou-a junto com sua mala. Ligou seu carro. Deixou um bilhete para sua mulher. Saiu com o carro. Lembrou-se do dia que a conheceu. Todo linda na faculdade de direito, era a garota mais paquerada. Joshua não sabe que raio a atingiu para ela olhar para si e depois o deixar no ostracismo que levou sua vida de casados. Lembrou-se do primeiro beijo, de quando a pediu em casamento e no fatídico dia que a apagou de seu coração de vez. Joshua deu a ultima olhada ao escritório de advocacia onde trabalhou 7 anos de sua vida depois que se formou. Pensou nos seus amigos, os mesmos que jogavam futebol de sábado, os mesmos que o afundaram sua reputação. Certa vez seu amigo fraudou papéis e este mesmo tinha colocado assinaturas de Joshua como o fiador. Esta claro quem se deu mal na história. Mas Joshua era um homem que sabia perdoar, e nem por isso o fez ficar mal com sua profissão. Tudo bem que ficou-se escasso seus clientes, vivendo só de custas do salário que recebia do escritório de seus amigos. Ele não se importou. Sua amizade continuou a mesma. Joshua nem se despediu de seus "amigos". Continuou andando em seu carro e parou na frente do banco onde tinha sua conta. Sacou todo seu dinheiro que acumulou para a faculdade de seu filho, seu dinheiro que ia comprar sua tão sonhada moto, e saiu em direção ao interior do país. Andou mais de 2000 Km. Chegou em uma cidade que tinha visto no mapa uma vez que estava indo a praia. Parou em frente a uma praça onde tinha uma fonte molhou o rosto e se lembrou uma última vez de sua mulher e o que tinha escrito no bilhete. "Adeus querida. Vou para nunca mais voltar. Espero que sejas feliz, pois eu nunca consegui que você fosse comigo. Já não te amo a muito tempo, desde que descobri sua traição. Todos erram. Meu erro foi tentar viver com você. Mas é com eles que crescemos. De uma alma que um dia te amou... Joshua. P.S.: É isso que eu desejo. Que você seja feliz!". Joshua desceu sua pouca bagagem. Atravessou a praça. Parou na frente da pensão onde iria se hospedar. Olhou sua guitarra quebrada e pensou: "hoje conserto minha vida. Farei tudo certo para não a quebrar de novo. Jogarei todos meus documentos fora. Serei um novo homem, e você também minha guitarra, depois que a consertar e aprender a toca-la, farei a conversar comigo, pois um homem solitário só tem seu coração para conversar".
JOSHUA ARMADAM - Herói Urbano
Monday, September 16, 2002
Saudações pobre loucos. Hoje eu so queria apresentar alguns hérois urbanos. Mas vou me ater a falar apenas de um hoje. Seu nome podia ser qualquer um, podia ser igual ao seu, ao meu, ou outro nome na multidão. E ele é. Tudo isso e mais ainda. Ele é um popular, vulgo héroi urbano. Seu nome era Sebastian. Ele era um cidadão normal que pagava suas contas normais, como todo mungo paga. Tinha uma vida normal. Ele morava num apartamento espaçoso, cheio de móveis que comprara a prestação. Tinha uma bicicleta ergométrica e um aparelho de abdominal que viu na TV. Tinha um carro popular também onde tinha colocado um som para escutar seus discos de blues que tanto gostava. Ele as vezes ficava sozinho aos sábados. Tinha medo da cidade onde vivia. Tinha medo de sair para ver se encotrava uma mulher para amar, pois ficava paranoico com medo de mudar sua pacata vida. Tinha medo de perder seu emprego.
Sebastian trabalhava numa multinacional, e era o melhor funcionário da firma. Descobriu umas tramóias de seu chefe. E ficou com medo. Ele entrou no esquema, pois seu chefe descobriu que ele o tinha descoberto. Agora ele tinha mais medo ainda. No elevador ele sentia que ao abrir a porta no seu andar, teria alguém o esperando para jantar o seu fígado. Sebastian estava ficando louco. Sozinho no seu quarto não conseguia se masturbar. Vivia vendo filmes no seu canal pago pornô e mesmo assim não conseguia ereção. Ia para o trabalho e se sentia pior ainda. Fazia o horário normal na empresa e na hora do almoço e ainda meia hora depois do expediente fazia a lavagem de dinheiro para seu chefe. Ele era muito bom no que fazia, nunca iriam suspeitar dele. Ele possuia uma conduta elibada demais para isso. Passaram-se seis meses dessa maldita vida de Sebastian. Ele estava pior a cada dia. Outro dia vendo TV, estava passando um comercial de sabonete e a visão da garota na banheira o fez vomitar. Fazia 9 meses que não praticava o sexo. Ele quase nem sentia mais fome também. Passava os dias com um pão com presunto na barriga e as vezes, somente as vezes bebia água. Eu vivi um tempo nessa vida com Sebastian e quase conseguia sentir seu sofrimento. Uma vez senti meu coração doer, quando ele pediu ao padre de uma paróquia para manda-lo aos céus. O padre mandou ele rezar a Deus, mil vezes até ele se sentir bem.
Não se sentia. Cada vez que rezava caia mais em desgraça. Começou a se sentir culpado pelas coisas que aconteciam em volta dele. Uma vez indo para o trabalho viu um idoso ser atropelado (outro héroi urbano?) e sentiu que era culpa sua, pois ele pensava que quando alguém ruim como ele rezava e pedia clemência, alguma pessoa pagava um pecado dele. Nunca mais rezou. Começou a ter comportamentos obsessivos-compulsivos por limpeza. Se sentia sujo. Vomitava cada dia mais com a simples lembrança que tinha respirado o ar poluído. Começou a ficar um paranóico contudente quando pensava que ele era parte de um complô que seu chefe tinha armado para pegar as pessoas inocentes e faze-las se sentir mal com o mundo.
Um dia em sua mesa de trabalho, cinco dias sem dormir com várias doses de café, e outras coisas que tomou, Sebastian teve um ataque de nervos e caiu tendo um choque convulsivo. Vi seu chefe ficar com medo e pedir férias para o rapaz, pois este era ótimo funcionário. No outro dia ele era um morto de férias. Passou uma semana no seu apartamento jogando cartas de baralho dentro de um chapéu de pesca que tinha. Estava desnorteado. Tinha medo de voltar ao seu emprego e ser despedido, mais medo ainda tinha de ser descoberto e cair na armação como total laranja. Resolveu sair, foi a um barzinho. Conheceu uma garota lá. Ela quase o fez esquecer de sua maldita sina. Mas ele acabou ficando com sua paranóia em vez dela. Coitada, pensou ter arrumado o homem de sua vida. Amaldiçoado Sebastian e seu dilema. Ele no alto de sua insanidade constatada pensava que a mulher era uma espiã de sua vida. Pensara errado. Fazia mais de um ano que não sentia prazer sexual. A menos de uma semana de voltar ao seu emprego, Sebastian começou a ter pensamentos que a polícia estava atrás dele. Já achava que TODAS as pessoas queriam o encriminar de alguma forma. Chegou o dia em que voltaria ao seu emprego. Acordou (ou melhor não dormiu) fez a barba, penteou os cabelos, comeu seu pão com presunto e tomou um belo copo d'agua, sentiu que podia enfrentar o mundo. Chegou ao emprego, seu chefe o olhou de uma forma que presumiu suspeita. Sentou em sua cadeira. Olhou para os lados das paredes de vidro. Respirou fundo. Tudo parecia normal. Quando por um passe de mágica, entrou na sala onde todos trabalhavam, bombeiros para verificarem o vencimento do extintor de incêndio, Sebastian irrompeu numa maldita catarse, saiu gritando pelos corredores. "É ele maldito desgraçado, me fez de idiota esse tempo todo, é ele, ou são eles, não sei... Querem me incriminar eu sou inocente". Seu chefe vendo isso murmurou algo como "desgraçado eu sabia". Sebastian teve um ataque cardíaco. Morreu na hora. Seu chefe conseguiu falar alto "mais um workholic, eu sabia que ele não iria agüentar". Sebastian fechou os olhos. Acordou no Inferno. Muitas pessoas se encaminhavam para uma fila, ele os seguiu. Do alto de um palanque estava escrito "Bem vindo ao inferno". Sebastian pensou em sentir medo e não sentiu. Estava morto. E agora compreendia. Perguntou a um senhor vestido de terno o que ele tinha que fazer, o senhor não sabia. Ele se dirigiu ao palanque e notou um senhor calvo com cara de tristonho sentado numa cadeira. Cumprimentou-o e este fazendo o mesmo, lhe disse. "Faça o que quizeres você esta no inferno". Fazia tempo que Sebastian não se sentia feliz e notou no lugar que estava. Não era igual como diziam na bíblia, nos livros, nos filmes. Era um lugar normal como toda cidade é: pessoas e pessoas. Era um lugar onde se via o céu la em cima, se sentia o asfalto duro no pé, concreto, aço e sonhos como ele descreveu a mim. Ele não sentia mais medo. Andou por entre uma galeria de concreto, e viu uma linda mulher, uma morena de cabelos bem pretos, com um vestido azul, de lábios carnudos que exalava perfume de sensualidade. Ela olhou para ele, e como mesmo disse, sentiu vontade de leva-lo ao inferno (como se já não estivesse). Ele perguntou seu nome, ela respondeu "pode me chamar de de Lujan". Ela era a filha do capeta, satanás ou o que você quiser nomear. Sebastian mandou tudo para o inferno (como se já não estivesse) e se apaixonou pela filha do satanás. Não nomeio tempo, mas acho que ele ficou uma semana de exclamações a deusa demoníaca, quando disse que desejava ardentemente leva-la para cama, pois se já estava no inferno, queria sentir o pecado da carne, se ele tivesse ainda. Ela aceitou e disse tudo bem, mas com uma condição. "Meu pai é muito ciumento comigo, pois minha mãe morreu no parto, e ele diz que sou a coisa mais preciosa do inferno e para ele. E eu sou virgem ainda mais desejo ardentemente você. Assim sendo, para não fazermos nada de errado, você faz sexo anal comigo, eu continuo virgem, meu pai feliz, você e eu ainda mais". Sebastian estava confuso e ao mesmo tempo feliz. e pensou "vida maldita".
"Viver é ser enganado, morrer é ainda mais. Sou mais feliz morto do que antes vivo. Agora me sinto enganado mais feliz. Melhor do que enganado triste, melancólico e paranóico. Se enganam até o Diabo e comem o cu da filha dele, o que será de você pobre louco que trabalha oito horas por dia"?
SEBASTIAN. Héroi Urbano.
Sebastian trabalhava numa multinacional, e era o melhor funcionário da firma. Descobriu umas tramóias de seu chefe. E ficou com medo. Ele entrou no esquema, pois seu chefe descobriu que ele o tinha descoberto. Agora ele tinha mais medo ainda. No elevador ele sentia que ao abrir a porta no seu andar, teria alguém o esperando para jantar o seu fígado. Sebastian estava ficando louco. Sozinho no seu quarto não conseguia se masturbar. Vivia vendo filmes no seu canal pago pornô e mesmo assim não conseguia ereção. Ia para o trabalho e se sentia pior ainda. Fazia o horário normal na empresa e na hora do almoço e ainda meia hora depois do expediente fazia a lavagem de dinheiro para seu chefe. Ele era muito bom no que fazia, nunca iriam suspeitar dele. Ele possuia uma conduta elibada demais para isso. Passaram-se seis meses dessa maldita vida de Sebastian. Ele estava pior a cada dia. Outro dia vendo TV, estava passando um comercial de sabonete e a visão da garota na banheira o fez vomitar. Fazia 9 meses que não praticava o sexo. Ele quase nem sentia mais fome também. Passava os dias com um pão com presunto na barriga e as vezes, somente as vezes bebia água. Eu vivi um tempo nessa vida com Sebastian e quase conseguia sentir seu sofrimento. Uma vez senti meu coração doer, quando ele pediu ao padre de uma paróquia para manda-lo aos céus. O padre mandou ele rezar a Deus, mil vezes até ele se sentir bem.
Não se sentia. Cada vez que rezava caia mais em desgraça. Começou a se sentir culpado pelas coisas que aconteciam em volta dele. Uma vez indo para o trabalho viu um idoso ser atropelado (outro héroi urbano?) e sentiu que era culpa sua, pois ele pensava que quando alguém ruim como ele rezava e pedia clemência, alguma pessoa pagava um pecado dele. Nunca mais rezou. Começou a ter comportamentos obsessivos-compulsivos por limpeza. Se sentia sujo. Vomitava cada dia mais com a simples lembrança que tinha respirado o ar poluído. Começou a ficar um paranóico contudente quando pensava que ele era parte de um complô que seu chefe tinha armado para pegar as pessoas inocentes e faze-las se sentir mal com o mundo.
Um dia em sua mesa de trabalho, cinco dias sem dormir com várias doses de café, e outras coisas que tomou, Sebastian teve um ataque de nervos e caiu tendo um choque convulsivo. Vi seu chefe ficar com medo e pedir férias para o rapaz, pois este era ótimo funcionário. No outro dia ele era um morto de férias. Passou uma semana no seu apartamento jogando cartas de baralho dentro de um chapéu de pesca que tinha. Estava desnorteado. Tinha medo de voltar ao seu emprego e ser despedido, mais medo ainda tinha de ser descoberto e cair na armação como total laranja. Resolveu sair, foi a um barzinho. Conheceu uma garota lá. Ela quase o fez esquecer de sua maldita sina. Mas ele acabou ficando com sua paranóia em vez dela. Coitada, pensou ter arrumado o homem de sua vida. Amaldiçoado Sebastian e seu dilema. Ele no alto de sua insanidade constatada pensava que a mulher era uma espiã de sua vida. Pensara errado. Fazia mais de um ano que não sentia prazer sexual. A menos de uma semana de voltar ao seu emprego, Sebastian começou a ter pensamentos que a polícia estava atrás dele. Já achava que TODAS as pessoas queriam o encriminar de alguma forma. Chegou o dia em que voltaria ao seu emprego. Acordou (ou melhor não dormiu) fez a barba, penteou os cabelos, comeu seu pão com presunto e tomou um belo copo d'agua, sentiu que podia enfrentar o mundo. Chegou ao emprego, seu chefe o olhou de uma forma que presumiu suspeita. Sentou em sua cadeira. Olhou para os lados das paredes de vidro. Respirou fundo. Tudo parecia normal. Quando por um passe de mágica, entrou na sala onde todos trabalhavam, bombeiros para verificarem o vencimento do extintor de incêndio, Sebastian irrompeu numa maldita catarse, saiu gritando pelos corredores. "É ele maldito desgraçado, me fez de idiota esse tempo todo, é ele, ou são eles, não sei... Querem me incriminar eu sou inocente". Seu chefe vendo isso murmurou algo como "desgraçado eu sabia". Sebastian teve um ataque cardíaco. Morreu na hora. Seu chefe conseguiu falar alto "mais um workholic, eu sabia que ele não iria agüentar". Sebastian fechou os olhos. Acordou no Inferno. Muitas pessoas se encaminhavam para uma fila, ele os seguiu. Do alto de um palanque estava escrito "Bem vindo ao inferno". Sebastian pensou em sentir medo e não sentiu. Estava morto. E agora compreendia. Perguntou a um senhor vestido de terno o que ele tinha que fazer, o senhor não sabia. Ele se dirigiu ao palanque e notou um senhor calvo com cara de tristonho sentado numa cadeira. Cumprimentou-o e este fazendo o mesmo, lhe disse. "Faça o que quizeres você esta no inferno". Fazia tempo que Sebastian não se sentia feliz e notou no lugar que estava. Não era igual como diziam na bíblia, nos livros, nos filmes. Era um lugar normal como toda cidade é: pessoas e pessoas. Era um lugar onde se via o céu la em cima, se sentia o asfalto duro no pé, concreto, aço e sonhos como ele descreveu a mim. Ele não sentia mais medo. Andou por entre uma galeria de concreto, e viu uma linda mulher, uma morena de cabelos bem pretos, com um vestido azul, de lábios carnudos que exalava perfume de sensualidade. Ela olhou para ele, e como mesmo disse, sentiu vontade de leva-lo ao inferno (como se já não estivesse). Ele perguntou seu nome, ela respondeu "pode me chamar de de Lujan". Ela era a filha do capeta, satanás ou o que você quiser nomear. Sebastian mandou tudo para o inferno (como se já não estivesse) e se apaixonou pela filha do satanás. Não nomeio tempo, mas acho que ele ficou uma semana de exclamações a deusa demoníaca, quando disse que desejava ardentemente leva-la para cama, pois se já estava no inferno, queria sentir o pecado da carne, se ele tivesse ainda. Ela aceitou e disse tudo bem, mas com uma condição. "Meu pai é muito ciumento comigo, pois minha mãe morreu no parto, e ele diz que sou a coisa mais preciosa do inferno e para ele. E eu sou virgem ainda mais desejo ardentemente você. Assim sendo, para não fazermos nada de errado, você faz sexo anal comigo, eu continuo virgem, meu pai feliz, você e eu ainda mais". Sebastian estava confuso e ao mesmo tempo feliz. e pensou "vida maldita".
"Viver é ser enganado, morrer é ainda mais. Sou mais feliz morto do que antes vivo. Agora me sinto enganado mais feliz. Melhor do que enganado triste, melancólico e paranóico. Se enganam até o Diabo e comem o cu da filha dele, o que será de você pobre louco que trabalha oito horas por dia"?
SEBASTIAN. Héroi Urbano.
Permita apresentar-me... meu nome é John James JackClash.
Já vivi muito e agora decidi que era hora de ver as outras pessoas viverem, os hérois urbanos.
Pessoas que passam por você e as vezes nem os nota.
Existem dentro da sua casa, em vários lugares onde você freqüenta a sempre um deles.
Eles também são chamados de populares. Eu sei que são eles porque eu os noto e fico quieto. Sou complacente com eles.
Vivem em função da sua indiferença com o meio da mídia. Eles nunca aparecem na TV.
Quando a TV pega um dito popular para entrevistar, os hérois urbanos nunca são entrevistados.
Eles nunca aparecem. São apenas rastro das pessoas normais. Eles são os hérois urbanos e contarei algumas histórias deles
para os que acreditam neles...
Já vivi muito e agora decidi que era hora de ver as outras pessoas viverem, os hérois urbanos.
Pessoas que passam por você e as vezes nem os nota.
Existem dentro da sua casa, em vários lugares onde você freqüenta a sempre um deles.
Eles também são chamados de populares. Eu sei que são eles porque eu os noto e fico quieto. Sou complacente com eles.
Vivem em função da sua indiferença com o meio da mídia. Eles nunca aparecem na TV.
Quando a TV pega um dito popular para entrevistar, os hérois urbanos nunca são entrevistados.
Eles nunca aparecem. São apenas rastro das pessoas normais. Eles são os hérois urbanos e contarei algumas histórias deles
para os que acreditam neles...
